
Eu já tive, milhares de vezes. E, se alguém pensa que dividir com outros parceiros ou parceiras é o pior, é um mero engano. Em todas as vezes você se magoa, se rasga toda, grita, amaldiçoa. Entra num estado catatônico, reflete sobre a vida. Ora acha que perdeu, ora acha que teve a vitória nas mãos.
O amor é um bicho chato de domar. É um personagem esquizofrênico, com transtorno bipolar e múltiplas personalidades. É um cabra safado que te puxa pela coleira. É um pensamento eterno nos nossos cocurutos. É uma ação egoísta e sem noção que te deixa mais extasiado do que comer chocolate e, algumas vezes, te dá o mesmo sentimento de culpa depois de uma panela de brigadeiro.
Mas, incrivelmente nos jogamos em cima dele. Constantemente realizamos as mesmas peripécias do coração, como se fosse um Transtorno Obsessivo Compulsivo. Há quem creia que o amor liberta. Pura balela. As pessoas são apressadas e querem escutar a frase certa o mais rápido possível. Esperam que o parceiro doe a sua alma, do mesmo jeito que doamos a nossa. No primeiro dia queremos flores, no segundo um anel de noivado, no terceiro o mundo!
Eu já dividi o amor com o trabalho, o esporte e com outras pessoas. Sempre corri atrás. Em muitos casos, perdoei as atitudes estúpidas. Já me arrastei, clamei, gritei. Usei máscaras secretas por muitos anos, tentando ser algo que eu não era. Um pierrot ensandecido, sentado na calçada com uma garrafa de licor verde, chorando as pitangas, prometendo ser diferente, mas nunca dando o primeiro passo.
Eu já chorei os amores divididos, perdidos, trocados, roubados. Hoje sei que o sentimento antigo é nada mais que uma página virada, esperando uma folha em branco, perfeita, com cheiro de novo. E, este novo capítulo eu já comecei a escrever.
O amor é um bicho chato de domar. É um personagem esquizofrênico, com transtorno bipolar e múltiplas personalidades. É um cabra safado que te puxa pela coleira. É um pensamento eterno nos nossos cocurutos. É uma ação egoísta e sem noção que te deixa mais extasiado do que comer chocolate e, algumas vezes, te dá o mesmo sentimento de culpa depois de uma panela de brigadeiro.
Mas, incrivelmente nos jogamos em cima dele. Constantemente realizamos as mesmas peripécias do coração, como se fosse um Transtorno Obsessivo Compulsivo. Há quem creia que o amor liberta. Pura balela. As pessoas são apressadas e querem escutar a frase certa o mais rápido possível. Esperam que o parceiro doe a sua alma, do mesmo jeito que doamos a nossa. No primeiro dia queremos flores, no segundo um anel de noivado, no terceiro o mundo!
Eu já dividi o amor com o trabalho, o esporte e com outras pessoas. Sempre corri atrás. Em muitos casos, perdoei as atitudes estúpidas. Já me arrastei, clamei, gritei. Usei máscaras secretas por muitos anos, tentando ser algo que eu não era. Um pierrot ensandecido, sentado na calçada com uma garrafa de licor verde, chorando as pitangas, prometendo ser diferente, mas nunca dando o primeiro passo.
Eu já chorei os amores divididos, perdidos, trocados, roubados. Hoje sei que o sentimento antigo é nada mais que uma página virada, esperando uma folha em branco, perfeita, com cheiro de novo. E, este novo capítulo eu já comecei a escrever.
Um comentário:
preciso de uma folha em branco tb..
:O*
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